sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Especial, homenagem aos 25 anos do NINTENDINHO.

Esse é o NES


     Conhecido como Nintendinho no Brasil, o console mede 25cm por 20cm por 8,9cm. Ao seu lado na imagem está o agora icônico controle, que se liga ao aparelho por meio de um dos dois conectores pretos na lateral direita do produto.


 
Uma visão lateral
 
O NES foi um dos primeiros consoles (o primeiro nos EUA) a ser lançado com saídas de áudio e vídeo (A/V) separadas. Atualmente, elas são comuns e até ultrapassadas, mas em 1985 essas saídas só estavam presentes em videocassetes e TVs mais sofisticadas.


 
 
Do outro lado
 
    Da esquerda para direita nós vemos o conector de força, uma chave seletora de canal (para escolher qual canal da TV irá exibir o game), e uma saída RF que leva o som e imagem para a TV.


 
 
A misteriosa porta de expansão
 
    Na parte de baixo do NES há uma pequena tampa plástica que, quando removida, permite acesso a uma porta de expansão. O conector de verdade é coberto por uma aba quebrável de plástico, o que mostra o quanto a Nintendo pensava que isso seria usado.


 
 
Abrindo a caixa
 
    Agora é hora de desmontar o NES. Após remover seis parafusos, a parte de cima do console sai facilmente, expondo as entranhas do videogame - ainda presas à parte de baixo do aparelho nesse ponto.


 
 
Mecanismo de cartucho
 
     O sistema único de inserção e carregamento de cartuchos do NES determinou muitos elementos do design do console, incluindo seu tamanho e formato. Para operá-lo, bastava colocar o jogo e empurrá-lo para baixo para prendê-lo na base antes de ligar o sistema.


 
 
Libertando a placa mãe
 
    Nessa imagem, desparafusamos o conjunto da placa mãe/bandeja do cartucho (esq) e a removemos da parte inferior do gabinete. As chaves de ligar e reset se conectam à placa mãe via um pequeno maço de fios, assim como os conectores do controle.


 
 
Quase irmãos
 
    Agora que terminamos com o console vamos ver outros componentes importantes do NES. Aqui temos o jogo “Super Mario Bros.” ao lado do NES Control Pad, que revolucionou o design dos joysticks. A seguir vamos conhecer ambos “por dentro”.


 
 
Comandos em ação
   
    Todos os controles externos (com exceção dos botões Start e Select) são feitos de plástico duro sobre mantas de borracha flexível e trilhas condutivas sob elas.


 

Por dentro do jogo

     Surpreendentemente, o núcleo de um cartucho ocupa muito pouco espaço dentro de sua carcaça plástica. A placa na imagem contém dois chips ROM: um armazena o programa do jogo, e o outro os dados gráficos.



Créditos: PCWorld

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Veja, ao vivo, a construção de um robô da NASA que irá explorar Marte

Agência espacial americana instalou uma câmera em seu laboratório que pode ser vista ao vivo pela internet.




Uma câmera foi instalada pela NASA em seu laboratório de desenvolvimento de tecnologias para Marte em Pasadena, Califórnia. Através dela, qualquer um pode acessar o site da "Curiosity Cam" e assistir, ao vivo, a construção de um dos veículos que será enviado para Marte em uma missão em agosto de 2012.


A câmera está localizada em uma sala acima do laboratório e fica mirada para a região onde a parte mais interessante do trabalho dos cientístas acontece. Durante horários de pouca atividade, vídeos mais genéricos sobre o trabalho da NASA são mostrados no streaming.

A Curiosity Cam funciona de segunda à sexta, a partir das 8h no horário local (13h no horário de Brasília).

Conheça um Gadget que pode diagnosticar câncer de mama

Aparelho portátil desenvolvido pela Universidade de Manchester faz varredura do seio através de ondas de rádio e pode detectar nódulos



O aparelho criado por Zhipeng Wu, da Universitade de Manchester, funciona como um detector de câncer de mama portátil, que usa ondas da rádio para fazer uma leitura do seio e acusar qualquer nódulo estranho.

O recipiente de metal em forma de vasilhame acomoda o seio em seu interior e tira 30 fotografias em diferentes ângulos por segundo. As imagens são apresentadas na tela ao lado, que mostra os possíveis tumores como pontos vermelhos.

Para o criador, o aparelho pode ser usado em países mais pobres para melhorar o diagnóstico da doença. Apesar disso, o detector ainda está em desenvolvimento, e não é capaz de diferenciar tumores benignos de malignos.



Créditos: Olhar Digital

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

Acesse a Internet Pela Tv com Google TV


“Hoje em dia você não compra um computador sem navegador. Com a televisão ocorrerá o mesmo.” Com essas palavras, Brittany Bohnet, gerente de produtos do Google, introduziu a apresentação da Google TV nesta terça-feira (7), na IFA 2010. Uma das funções mais interessantes é a que divide a tela para que o telespectador continue assistindo à TV enquanto faz buscas na web.

A Google TV foi apresentada em maio deste ano, mas antes da IFA 2010 ainda não havia sido exibida em público. Antes do evento do Google, os visitantes só puderam ver ( sem qualquer tipo de teste ou interação ) um modelo de TV da Sony desenvolvido para rodar a plataforma do Google.

Convidada ao palco por Eric Schmdit, diretor-executivo do Google, Brittany mostrou o funcionamento da novidade usando um televisor ligado a um set-top box (espécie de conversor digital). Além das TVs que já sairão de fábrica com a plataforma, essas caixinhas representam outra alternativa para acesso via TV ao conteúdo disponibilizado na web.

Com um teclado sem fio, a funcionária controlou o aparelho para exibir o trailer do filme “Salt”, com Angelina Jolie. Na sequência, acessou o serviço LeanBack do YouTube, uma versão do site de vídeos que só exibe conteúdo em tela cheia. Para alegria dos adeptos aos jogos sociais, ela afirmou que será possível jogar Farmville pela TV. Serviços como Flickr (de fotos) e LastFm (de música) também serão compatíveis com a plataforma da empresa.

Por fim, foi apresentada a funcionalidade que permite acessar dois serviços de uma só vez. No Exemplo, Brittany começou a assistir ao filme “Top Gun” e fez uma busca por “Buy a Ferrari” (comprar uma Ferrari). Enquanto ela usava o Google, o filime era exibido em uma tela menor, no canto inferior direito. Há também a possibilidade de assistir a algo na TV e acessar redes sociais simultaneamente.

Os primeiros aparelhos com a Google TV serão lançados ainda este ano no mercado americano e europeu.

Creditos: Uol Tecnologia



sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Computador De Pulso ou Pulseira Computador ?

A combinação de várias tecnologias que se tornarão possíveis com os avanços da ciência já desenham novas linhas no horizonte e uma delas é uma pulseira-computador!

Quando você menos espera surgem várias novidades tecnológicas. Coisas que parecem ter saído das mentes de gente como Steven Spielberg ou Stanley Kubrick e vieram diretamente das telas do cinema para sua casa.

Saindo do mundo do cinema e voltando para a realidade, conheça agora o Mercator, uma pulseira despretensiosa à primeira vista, mas que é um projeto de um computador para múltiplas tarefas que usa nanotecnologia e holografia para agilizar a vida de seus usuários.






Mercator


O dispositivo é um projeto da empresa de design de UI (interface de usuário) da cidade de ChengDu, na China. O equipamento combina alta tecnologia para servir de apoio a pessoas que são tão reféns da vida moderna que não podem perder tempo acessando um notebook para tarefas simples como ver email, saber a previsão do tempo, fazer lista de compras etc.
A intenção do equipamento não é substituir outros equipamentos como notebooks, netbooks, palms, tablets e desktops, contudo, ser um apoio para o dia a dia de qualquer cidadão atarefado. Ele torna mais simples e
 reúne várias funções corriqueiras em uma pulseira visualmente comum.
Ele se utiliza de projeção holográfica de imagens, nanotecnologia e nanomateriais como um novo processador em forma de chip da AMD. Com isso, ele forma um bracelete simples que pode ser carregado no pulso tal qual uma pulseira convencional ou um relógio.

Controle de saúde

Além de informações como as citadas acima, o Mercator tem a capacidade de prestar informações sobre a saúde de seu utilizador, informando batimentos cardíacos, exibindo uma curva de sinais vitais e emitindo uma mensagem avisando se tudo vai bem ou não com o seu corpo.




Agenda

A vida moderna é corrida, isso é fato. Cada vez mais as pessoas têm menos tempo e acabam se perdendo em meio a tantos compromissos. O Mercator, se um dia se tornar realidade, coloca no pulso todas as tarefas que você precisa levar a cabo, evitando atrasos por ter se esquecido de uma ou outra atividade.






Mapas

Ninguém mais fica parado e para quem se desloca diariamente por sua cidade ou então costuma viajar para lugares diferentes, o Mercator também conta com um sistema de mapas que indicam sua localização e permite a você acesso rápido a ruas e locais próximos de onde você se encontra.



Não perca mais nenhum compromisso. Fonte: Kingyo

Lista de compras

O Mercator também substitui itens corriqueiros da vida humana, como a lista de compras em papel. Em vez de levar anotações em papel e uma caneta, bastaria uma projeção holográfica com o dispositivo para verificar quais itens necessitam ser adquiridos, tornando ainda mais prática a organização das compras mensais.



Nada de papel na hora de fazer a lista de compras. Fonte: Kingyo

Obviamente, o Mercator ainda não é realidade e estas são apenas algumas de suas funções. Contudo, ele aponta para um caminho interessante, da interação entre várias vertentes da alta tecnologia com o intuito de facilitar a vida humana. Vocês veem utilidade em um dispositivo como o Mercator? Será que se ele um dia se tornar realidade, vai cair nas graças de consumidores ao redor do mundo? Dê sua opinião nos comentários.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Impressora Que Não Usa Tinta, e Reutiliza Folhas Usadas.

Apresentamos a PrePeat, uma impressora que pretende ser uma solução para os problemas econômico e ambiental gerados pelo desperdício de papel e tinta durante as impressões.



Quando você vai imprimir algo, lá se vão mililitros de tinta ou miligramas de tonner, além, é claro, das folhas de papel. O Baixaki já deu dicas para economizar na hora de imprimir, o que além de poupar alguns reais, ajuda a preservar o meio ambiente.
Mas no final sempre há o papel que, cedo ou tarde, vai parar no lixo e também a tinta, que é cara e acaba não rendendo o tanto quanto cada um gostaria. Neste contexto surge a PrePeat, uma impressora sustentável que não utiliza tinta e imprime em um “papel” reutilizável.


Um papel que não é bem um papel


O material utilizado pela PrePeat não chega a ser um papel, mas uma espécie de plástico ultrafino. Tudo o que for impresso no “papel” reutilizável pode ser
apagado para que esteja apto a novas impressões. Os desenvolvedores dizem que uma única ficha dessas pode substituir um monte com mil folhas tradicionais.
Se o caso é imprimir coisas não muito importantes, que não serão entregues como trabalhos de faculdade, relatórios e documentos, fichas reutilizáveis podem ser muito úteis. Agora, nos casos citados, em que o conteúdo da impressão não deve ser apagado, elas não fazem a menor diferença. Cada folha reutilizável custará cerca de US$ 3,00 (aproximadamente R$ 5,80).



Impressão sem tinta?


Não bastasse um papel que não é papel, a PrePeat não usa tinta para imprimir. Isso é possível devido ao papel especial que utiliza, pois a impressora faz registros no papel por meio de um dispositivo térmico. É justamente isso que permite ao plástico ultrafino usado na impressão ter seu conteúdo apagado e ser reutilizado.


Apague e imprima


A PrePeat possui diferentes comandos para realizar ações variadas. Ela pode imprimir, apagar e imprimir ou somente apagar o conteúdo de um papel reutilizável. De acordo com os desenvolvedores, a impressão é ágil mesmo quando é necessário apagar o conteúdo da folha antes de imprimir.



Preço


Se o modo de funcionamento da PrePeat é sustentável, seu preço não alivia tanto o bolso do consumidor. Ela deve custar cerca de US$ 5 mil, ou seja, a bagatela de aproximadamente 8,8 mil reais. A justificativa dos desenvolvedores pelo preço bastante salgado é a economia gerada a longo prazo com o uso da PrePeat, pois não seria mais necessário comprar nem papel, nem tinta.

domingo, 11 de julho de 2010

Internet 1000 Vezes Mais Veloz !

Pesquisadores do MIT apresentam uma tecnologia que muda a maneira como roteadores funcionam para aumentar a velocidade da internet e ainda economizar energia.

Pesquisadores do MIT (sigla em inglês para Instituto Tecnológico do Massachusetts) desenvolveram um projeto que simplesmente pode aumentar a velocidade da internet entre 100 e 1000 vezes.


O segredo de tanta velocidade é um modelo que dispensa a conversão dos sinais óticos em elétricos. Além de muito mais velocidade, a tecnologia proposta consome muito menos energia.

Como os pesquisadores pretendem revolucionar a internet? Você descobre agora neste artigo.

As fibras óticas carregam dados a velocidades impressionantes, porém eles precisam ser convertidos em sinais elétricos pelos roteadores. Os roteadores encontram problemas quando precisam converter sinais óticos vindos de direções diferentes.

Sendo assim, os sinais óticos são convertidos em elétricos e armazenados dentro do roteador para serem enviados quando o “trânsito” de diferentes direções estiver ordenado. Obviamente, todo esse
 processo consome tempo e energia.


Fluxo sob controle


O projeto dos pesquisadores do MIT — liderados pelo engenheiro elétrico e professor Vincent Chan — demonstrou uma nova maneira de reorganizar os dados de redes óticas que, na maioria das vezes, dispensaria o processo de conversão.

A solução proposta chama-se Flow Switching. Entre duas localidades que trocam grandes volumes de dados entre si, o Switching é capaz de estabelecer um caminho direto e dedicado no qual roteadores aceitam sinais somente de uma direção e os enviam também em uma única direção. Assim, não é necessário converter o ótico em elétrico para redistribuição.


De fato, um modelo parecido já é aplicado por empresas muito grandes capazes de manter vários servidores espalhados por diferentes localidades. Um exemplo é a gigante Google. A diferença é que com o Flow Switching a banda larga seria usada de maneira flexível conforme a demanda de tráfego dos dados.

Por exemplo, se o trajeto entre A e B está bastante requisitado, o protocolo criado por Chan e sua equipe realocaria a banda em questão de segundos. Caso contrário, as ondas com os sinais simplesmente cessariam.

Vinga?


Esta não é a primeira tentativa de otimizar a transferência de dados via rede ótica, no entanto, o Flow Switching se mostra muito mais prático. Essa é a opinião de Ori Gerstel, engenheiro da Cisco Systems, fabricante de roteadores americana. O obstáculo, segundo ele, é a demanda para trocar todos os roteadores existentes pelos novos, pois ainda não está claro se há realmente a necessidade de tal mudança.

Segundo Gerstel, o Flow Switching é ideal para usuários que querem muita banda com poucos atrasos, mas a maioria dos consumidores de hoje não se encontra nesse nicho. A resposta de Chan é imediata: a explosão dos vídeos pela internet com o crescimento do HD.

Junta-se a isso a popularidade do acesso, que tende a aumentar, e tem-se facilmente a equação: as conexões atuais podem não dar conta e em pouco tempo, cinco anos talvez.

Na prática, o raciocínio é simples: durante o mesmo tempo que você demora para baixar 100 MB, você baixaria 10 GB. O Flow Switching está em testes nos Estados Unidos e deverá ser disponibilizada para trials limitados.

Créditos: Baixaki